segunda-feira, 29 de junho de 2009

Do céu ao inferno



Sem sombra de dúvidas, Michael Joseph Jackson foi um ícone de gerações. Seu sucesso atingiu o céu e a sua carreira baixou ao inferno. O ‘rei do pop’ foi considerado o artista mais completo de todos os tempos. Cantor, compositor, instrumentista, bailarino, produtor, ator, publicitário, poeta, estilista e empresário, conquistou as platéias de todo o mundo. Como líder dos Jackson 5, Michael se tornou popstar e em quarenta e seis anos dedicados a arte, foi milionário, se expôs à criticas, enfrentou processos e terminou seus últimos dias em meio a turbulências financeiras.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Caxambu pode ser Patrimônio da Humanidade



"O patrimônio cultural de um povo é a sua identidade, faz manter viva a memória e mostrar a história da comunidade", declara o prefeito de Caxambu, no sul de Minas Gerais, Luis Carlos Pinto. A cidade quer se tornar Patrimônio da Humanidade e ser reconhecida como o maior complexo hidromineral do planeta.




Segundo a chefe do Departamento de Cultura de Caxambu, Mayara Marinho, grande parte da documentação já foi providenciada para que o município seja avaliado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Os deputados estaduais Chico Uejo e Dalmo Ribeiro também lutam na justiça pedindo o tombamento da Estância Hidromineral da cidade como Patrimônio Cultural do Estado.




Caxambu tem a mior concentração de águas carbogasosas do mundo e tem o turismo como base da economia. Todo mês, cerca de 12 mil pessoas passam pelo Parque das águas. A área tem mais de 200 mil metros quadrados e concentra os 12 tipos de água mineral existentes na região. A previsão para os próximos meses, segundo a prefeitura, é que 50 mil turistas passem pelo município. Um aumento de quase 40%.




Para Mayara Marinho, a inclusão da cidade nas listas de PatrimÔnio Nacional e da Humanidade vai trazer benefícios como mais investimento no turismo. Já para o prefeito Luiz Carlos Pinto, a iniciativa pode ser "uma importante aliada do desenvolvimento sustentado, da promoção do bem-estar e da cidadania".




Além do poder das águas, a cidade conta com a peculiaridade das construções arquitetônicas erguidas no século XIX, abrigando personalidades importantes que mudaram a história do Brasil como a Princesa Isabel, responsável pela assinatura da Lei Áurea, que aboliu a escravidão no país em 1888.




Os documentos ainda estão sendo avaliados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Primeiro a região será tombada como patrimônio do estado. Uma audiência pública, autorizada no dia 16 de abril deste ano, vai debater o projeto. O encontro entre deputados e representantes do município ainda não tem data prevista para acontecer.




Se for reconhecida pela Unesco, Caxambu entra para a lista junto com a cidade histórica de Ouro Preto, o Santuário do Senhor Bom Jesus de Matozinhos, em Congonhas do Campo, e o centro histórico de Diamantina, já considerados Patrimônios da Humanidade em Minas Gerais




Algumas das Fontes mais conhecidas de Caxambu




Fonte Dom Pedro : A mais antiga e simbólica do Parque das Águas. O nome é uma homenagem ao Imperador D. Pedro II, representado também pela réplica da coroa imperial sobre o pilar da construção de mármore. A captação dessa fonte teria ocorrido em meados do século XIX e o atual pavilhão data de 1960. Dali brota a água rica em gás carbônico e bicabornato de sódio, capazes de estimular as funções digestivas e eliminar pertubações gastrointestinais.




Fonte Duque de Saxe: Conhecida também como fonte sulforosa devido a presença de enxofre, tem esse nome em homenagem ao marido D. Leopoldina (genro do imperador). Seu diferencial em relação às demais seria o ponto de inalação dos gás sulfídrico, que atua no aparelho respiratório desobstruindo as vias respiratórias.




Fonte D. Isabel e Conde D'Eu: Esta tem uma história peculiar: "Foi bebendo águas dessa fonte que, em 1868, a Princesa Isabel teria vencido as dificuldades que tinha para engravidar", diz a história. Em sinal de agradecimento e ao cumprimento de uma promessa, a princesa e o Conde D'Eu determinaram a construção, em Caxambu, da Igreja Santa Isabel, dedicada à rainha da Hungria.




Estas fontes férreas passaram a dividir o mesmo pavilhão em 1910.




Conheça outros Patrimônios da Humanidade Localizados no Brasil




  • Parque Nacional do Jaú - AM


  • Olinda - PE


  • São Miguel das Missões - RS


  • Salvador - BA


  • Parque Nacional do Iguaçú - PA


  • Brasília - GO


  • Parque Nacional da Serra da Capivara - PI


  • Centro Histórico de São Luís - MA


  • Pantanal Matogrossense - MT


  • Costa do Descobrimento - BA


  • Reserva Mata Atlântica - RJ


  • Reservas do Cerrado - MT


  • Centro Hiostórico de Goiás - GO


  • Ilhas Atlânticas - Oceano Atlântico



Veja um vídeo da cidade

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Desafios da Internet

Fichamento do livro digital "Jornalismo 2.0 Como sobreviver e prosperar: Um guia de cultura digital na era da informação".
Autor: Mark Briggs

Síntese do primeiro capítulo:

No primeiro capítulo, Mark Briggs destaca o quanto é importante conhecer a fundo a base da internet, como siglas e expressões técnicas, utilizadas na informatica por profissinais. O autor destaca também a necessidade de profissionais da área jornalística compreenderem e utilizarem estes termos para prosperarem na profissão. "Pense em muitos conceitos difíceis que você teve de usar ao exercer a função de repórter, fotógrafo ou administrador. Tecnologia não é uma área muito complexa do que, por exemplo, a gerência de padrões de conhecimento econômico, a lei sobre transparência em decisões públicas¹ ou o cálculo dos pontos obtidos por um lançador, não baseados em erros do adversário, durante uma partida de basebol. Você é inteligente - você só tem de abrir sua mente para algo novo". (introdução: Prato do dia? Sopa de siglas, pag 16 - Cap. I).

Outra t´´ecnica, já bastante utilizada pelos profissionais e aventureiros da internet e comentada pelo autor do livro são os feeds. As vantagens em usar esta técnica podem ser grandes e agilizarem o trabalho jornalístico. "Se você já recebeu um e-mail do tipo 'News Alert' (alerta de notícia) do Google ou Yahoo quando tentou fazer alguma busca, você pode entender o volume de informações disponíveis na web e a necessidade de uma tecnologia avançada que o ajuste na sua busca". (parágrafo primeiro, Leitores e feeds² do RSS, pág. 20 - Cap. I).


Cápitulo II

Nesta parte do livro, os leitores conhecem as novas tecnologias e Web sites, como My space, Flickr, 0hmyNews, Wikipedia e Del.icio.us - que alteram a forma pela qual as pessoas consomem notícias e informação, bem como o significado desta mudança para os jornais.

A web 2.0 é mais uma das evoluções da internet. As empresas, por exemplo, que se utilizavam da internte para atingir o seu público alvo, foram desenvolbendo formas que facilitavam o caminho que a mesagem leva para chegar ao destinatário. Mas estas inovações não se limitaram somente às empresas que utilizam a internet como meio de se propagarem e as próprias emrpesas de tecnologia. A periferia também entrou em campo, e vem aos pouco revolucionando a internet, usando o veículo como principal fonte de informação e comunicação.

"Assim, o novo pensamento jornalítisco tem de começar pela periferia, onde a mudança acontece mais rapidamente entre os usuários da nova geração do que entre a geração mais madura. Os leitores potenciais de amanhã estão usando a Web de uma forma que dificilmente poderíamos imaginar e, se quisermos continuar tendo alguma influência sobre eles, precisamos aprender como interagir com eles. Apesar disso, as empresas jornalísticas têm sido muito lentas quando se trata de cobrir aquilo que está fora do que foi até hoje seu centro de interesse". (Cap. II, pág. 29 - Bem-vindo à Web 2.0, parágrafo terceiro).

http://knightcenter.utexas.edu/Jornalismo_20.pdf

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Ameaça Tecnológica


Por Fábio Souza e Paulo Ribeiro


A informação está cada vez mais acessível e disponível, gratuitamente, na internet. A Google, maior responsável por essas mudanças, é a principal vilã desse processo de convergência digital. Tudo está na internet e pode ser acessado á qualquer hora. As empresas que cobravam por esse tipo de serviço, como exemplo a Associated Apress, estão cada vez menos fortes no mercado da comunicação.

Com essas mudanças, algumas organizações se associam a outras empresas - nem sempre são do mesmo ramo - como forma de salvar os negócios. Sendo assim, a informação acaba sendo prejudicada, ficando mais tendenciosa, menos imparcial. Pois o veículo de comunicação está associado a outras instituições e, tem por dever, defender os interesses institucionais.

Essa "crise" na comunicação preocupa alguns profissionais do setor, que chegam a afirmar que a partir do momento que o internauta tem acesso a qualquer tipo de informação a qualquer hora na internet, o jornalismo deixa de existir. Pois todos bancam o "Jornalista". São informações sem credibilidade. Mas mesmo assim, os jornais impressos defendem o seu nicho e, migram, aos poucos, para a internet. É o caso do Seattle Post-Intelligencer, citado no texto Jornais, Jornalismo, Profecias, escrito por Nilson Lage.

Mas os profissionais da comunicação defendem que os jornais impressos nunca deixarão de existir, pois sem pesquisas e entrevistas, não há jornalismo de qualidade. As informações postadas por pessoas que não tem experiência ou não conhecem o mundo da comunicação não têm capacidade para elaborar matérias bem escritas, chegar a fontes de confiança.

quarta-feira, 4 de março de 2009


Por Cleisson Oliveira, Fábio Souza e Jean Ferreira

A transposição das mídias impressas para as mídias on-line no Brasil surgiram em 1995, com a criação do primeiro jornal on-line do país, o jornal do Brasil (JB). A partir daí, com as inovações tecnológicas, os textos e sites foram se aperfeiçoando, tornando-se mais atrativos, chamando mais a atenção do público.

A primeira fase foi basicamente a cópia pura e simples dos textos do impresso para a internet. Mas a rapidez com que os fatos aconteciam, e ainda acontecem, tornaram as notícias velhas. Não havia uma constante atualização das reportagens, e o público não tinha outra opção para se informar. O Jornal do Brasil foi o primeiro veículo de comunicação a se adaptar, mas hoje, bem evoluído, o JB já se enquadra na terceira fase de transposição das mídias.
Clique aqui e veja um exmplo atual.

A segunda fase foi marcada pelo uso de alguns recursos mediáticos como hiperlinks e algumas atualizações de última hora. O recurso facilita o leitor ter acesso à casos semelhantes áos da matéria e se aprofundar no tema discutido, abragendo um leque de informações diversificadas. O
Jornal Sul de Minas, de Varginha é um dos exemplos de veículos ainda na segunda fase de transposição das mídias impressas para on-line.

A terceira fase teve início com o uso de recursos multimidiáticos, ou seja, incluindo além dos hiperlinks, vídeos e áudios ilustrando as reportagens. Assim, os jornais on-line se tornaram mais dinâmicos e atrativos, acompanhando os fatos no momento em que eles acontecem. Dessa maneira, o público tem acesso imediato á notícia, se informando mais rapidamente. Todos os grandes jornais, como
O Globo, Folha de São Paulo, Estado de Minas já se enquadram nesta fase.
Aos poucos, os veículos impresso vão se adaptando à internet.

Na terceira fase, o funcionamento de uma redação on-line se tornou mais rápido. Os profissinais devm ser ágeis, estar atentos a tudo o que acontece, pois é fundamental atualizar as informações. Os responsáveis pela produção de texto devem ter a capacidade de escrever um texto final sem que seja necessária a aprovação de um editor. Pois nem sempre o tempo é viável, esses profissionais vivem no dead line. O webwriting não é apenas escrever ou divulgar idéias pela web, é um conjunto de técnicas que ajudam na distribuição de conteúdo em ambientes digitais. Quem trabalha com webwriting não fica preso à escrita. Pelo contrário ele utiliza os diversos recursos e tecnologias que a rede oferece.

Webmaster é o profissional que sabe operar as tarefas entre um computador e a internet. O webmaster recebe do webdesigner os arquivos do site com o design pronto e já pré-configurados para ser colocado na Internet. Depois, insere algumas configurações como: incluir contador de acesso, registros em formulários e alguns outros registros de funcionamento.

A equipe do suporte técnico, na maioria das vezes, são pessoas especializadas em Ciência da Computação. Estes profissionais são responsáveis pela criação e manutenção de programas que facilitem o acesso ao site.

O Webdesigner é o profissional responsável pela roupagem do site. A montagem das páginas, que deve ser atrativas. Criação de artes e diagramação da notícia a ser publicada.

O editor chefe é responsável por avaliar e editar o texto produzido pelo webwriting. Tudo que for publicado no site é de responsabilidade do editor chefe ou jornalista responsável.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Brasil: um destino de excursões para a impunidade


Os filmes norte-americanos costumam citar o "Brazil" como rota rumo à impunidade. Até o incrível Hulk, o monstro verde dos gibis, usa a Rocinha no Rio de Janeiro como refúgio na sua película mais recente. Não é só na ficção que isso ocorre. Lembrem-se do britânico Ronald Biggs, preso na Inglaterra após o roubo a um trem postal em 1963 e que fugiu para cá em 1970. Aqui Biggs acabou tornando-se uma celebridade de certo modo.
Pois essa vocação mereceria maiores investimentos. Hoje o turismo está cada vez mais segmentado. Há opções para a terceira idade, para o público GLS, para deficientes etc. Então, por que não usamos a impunidade como alternativa turística? Isso pode parecer ofensivo à ordem legal. E é. Porém, a indústria voltada à exploração sexual também não é? Aliás, muito mais agressiva à moral e nem assim suficientemente combatida.
Nesse contexto, cabe avaliar como se desenvolveriam as excursões para a impunidade. Trata-se da adequação de um produto nacional ao imaginário dos estrangeiros, tal qual o carnaval, por exemplo. É amplamente praticado no país, não como recreação, mas como negócio. Ou seja, o esquema é profissional. Também é uma atividade que conta com uma forte inserção na mídia, que não a incentiva, mas a divulga, garantindo a lembrança da marca no mercado consumidor.
Imaginem as possibilidades. No pacote mais simples, o habeas corpus preventivo precisaria ser adquirido à parte, o que no completo seria um benefício incluso. Na exclusiva versão Dantas, para banqueiros multimilionários, o adquirente ainda levaria uma súmula vinculante como brinde. E cada grupo que chegasse ao país, além de um guia, ainda teria a assistência 24 horas de um advogado criminalista.
Para os curiosos, como alternativa às turnês pelas favelas, haveria a visita de algumas horas a um presídio só para vivenciarem o destino dos menos favorecidos. E para os que preferem esportes radicais, a melhor opção seria ir a um estádio de futebol, com direito a briga de torcida organizada, podendo depredar banheiros e disparar tiros a esmo.
Além disso, o momento é favorável para esse processo. Até o uso de algemas foi relaxado, impedindo que os nossos futuros hóspedes sejam submetidos a esse tipo de constrangimento. Talvez o único problema que o turismo da impunidade venha a enfrentar seja o superfaturamento, mas como o cliente também vai dar calote, que se adapte o ditado. Ladrão que rouba ladrão ao menos vai aproveitar o feriadão.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

A balela do aquecimento global e os ecochatos


Ecochatice. É a moda agora ser ecochato. Mas, como prezo em meus escritos, não comecemos por criar uma nova palavra sem delimitarmos seu campo de abrangência de maneira adequada. Quando falo de ecochato não quero dizer precisamente um grupo de pessoas, mas qualquer discurso que venha de qualquer pessoa que, por uma falta latente de informação e bom senso, acaba por se adequar ao discurso difundido das mídias, que num uníssono retumbante terminam por fazer valer, à força, idéias tortas e torpes.
Ecochato é todo o discurso que desconsidera a realidade para considerar um ideal utópico que nunca esteve presente na Terra. Enfim, o discurso ecochato é aquele que ignora todo o processo de transformação, adaptação, renovação e regeneração natural do Cosmos. Assim esclarecido, vamos por partes. O primeiro grande problema é saber se o que fazemos, como atividade cultural - ou seja, praticamente tudo - afeta determinantemente o clima da Terra. Como mero analista de meias verdades que nos aparecem por tais ou quais meios só tenho uma coisa a fazer: colocar lado-a-lado os dois documentários que falam determinantemente sobre o tema.
De um lado temos o inconveniente "Uma verdade inconveniente", de Al Gore. Do outro temos "A farsa do aquecimento global", uma série de programas do Canal 4 inglês. Através desses dois documentários, os dois falsos e incompletos, como todo documentário de 2 horas produzido para afetar pessoas, podemos tirar uma linha comum, em que tanto em um quanto em outro os mesmos cientistas são usados para "fazer o ponto" para o lado que for. Assim, não devemos confiar em nenhum dos dois, mas os dois juntos podem nos dar pistas bem concretas sobre o problema do aquecimento global.
No documentário do Canal 4 temos um argumento forte que é apresentado como carro-chefe. Diz que o Sol é o causador mor das variações climáticas na Terra e suas maiores ou menores épocas de atividade estão correlacionadas com o aumento ou a diminuição da temperatura terrestre, e que o ser humano não tem quase nada a ver com isso. Agora temos que contrapor o documentário do Al Gore, que diz exatamente o contrário. Mas, se formos às fontes mesmas, podemos ver que todas as informações são inconclusivas.
Cito aqui uma declaração importante que pode ser vista nesse link: http://folk.uio.no/nathan/web/statement.html. "So therefore, and in spite of the fact that the solar cycle length seemed not to explain the most recent temperature increase after 1985, solar variations still do have direct effect on important climate parameters. How large this effect may be on the global temperature is currently being investigated, and is outside the scope of this comment. But there is no reason to neglect a contribution from man made greenhouse gases. The question is how much. Only increased understanding of the physical processes can give us the answer".
Pelo trecho acima podemos pensar que, assim como o Sol não é conclusivamente o único determinante da temperatura terrestre, ele tem uma boa dose de participação. E como bem colocado pela citação, não há razão para negligenciar a contribuição do efeito estufa produzido pelo homem, mas a questão que permanece em aberto é: quanto? Ou seja, enquanto os cientistas ainda procuram respostas para a pergunta, a ONU descaradamente diz que os estudos são conclusivos, o aquecimento global é produzido pelo homem e que devemos redefinir toda nossa produção e organização mundial em prol de reverter esses efeitos.
Agora o leitor atento poderá começar a pensar por si mesmo. Será que é válido redefinir todos os nossos meios de produção, todas as nossas organizações e nosso modo de vida por uma hipótese que está longe de ser demonstrada, e demonstrável? O que nos leva automaticamente a outra pergunta: será que sermos negligentes com uma hipótese pode ser classificado como descaso? Será que devemos pensar como se a hipótese estivesse determinantemente demonstrada?